quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO SUPORTE ÀS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

A Tecnologia da Informação (TI) é vista como o fator de viabilização desta integração em abrangência mundial, bem como de criação de novas estratégias de negócio, de novas estruturas organizacionais e de novas formas de relacionamento entre empresas e entre empresas e seus consumidores. Além dos computadores, portanto, equipamentos de reconhecimento de dados, tecnologias de comunicações, automação industrial e outros hardwares e serviços estão envolvidos.
Dentro deste cenário, a Internet aparece como a aplicação de TI mais visível, já que fornece a infra-estrutura sobre a qual são desenvolvidas as aplicações estratégicas de TI, onde se destacam o E-Business e o E-Commerce.
Surgem as organizações virtuais, com empresas que atuam exclusivamente na Internet, e também empresas tradicionais passam a atuar também na web. Além disso, novas formas de associação e relacionamento entre as empresas. A TI viabiliza uma nova forma de integração: a integração virtual, que surge como uma forte alternativa à integração vertical, que passa a perder potencial como fonte de vantagem competitiva.
Passado um primeiro momento em que muitas iniciativas inovadoras surgiram e desapareceram, vive-se um momento no qual é clara a necessidade de uma estratégia bem definida. O interesse maior inicial no business to consumer (B2C) passa para o business to business (B2B), onde grandes empresas exploram as características desta nova e potente ferramenta.
Na visão de Porter (2001), embora a Internet seja a melhor plataforma de TI para reforçar uma estratégica distintiva, as empresas têm cometido muitos erros na sua utilização por falta de visão estratégica, particularmente, é necessária uma melhor compreensão destes fatos na economia brasileira, já que a literatura acadêmica tem explorado menos o que ocorre em termos de estratégia de TI nas empresas operando no Brasil, em relação à realidade internacional.

Considerações Finais e Perspectivas
O surgimento do conceito de mercados eletrônicos e a disseminação do uso da Internet como meio que o viabiliza aumentou muito o alcance e o impacto das aplicações de TI, envolvendo relações com consumidores e redes com outras empresas. Embora haja diversos trabalhos apresentando e analisando casos destas aplicações no âmbito internacional, a realidade brasileira ainda necessita ser estudada com maior atenção.
A partir destes conceitos e destes fatos, algumas questões devem estar incluídas em uma agenda de estudos:
•Como o e-business pode alterar as forças competitivas dentro de uma indústria?
•Qual o papel da TI (em especial da Internet) em viabilizar estratégias de negócios pré-existentes envolvendo inter-relação e cooperação entre empresas?
•Qual o papel da TI (em especial da Internet) em criar novas estratégias de negócios envolvendo inter-relação e cooperação entre empresas?
•Como os Sistemas Integrados de Gestão (ERP) influem nas relações entre empresas?
•Como se dá o desenvolvimento e implantação de usos estratégicos da TI (em especial no caso de aplicações de TI envolvendo inter-relação e cooperação entre empresas)?
•Quais conceitos têm sido usados na construção destas aplicações?
Portanto, coloca-se a proposta de realização de pesquisas visando estudar as estratégias adotadas nas empresas brasileiras para a utilização eficaz da Tecnologia da Informação (TI), tendo em vista a proliferação de aplicações de grande repercussão, em especial aquelas que alteram as relações entre empresas, como aquelas voltadas ao "comércio eletrônico".
A análise das questões acima dentro da perspectiva brasileira acima permitirá aumentar a compreensão dos conceitos apresentados neste texto, bem como planejar a sua utilização de forma eficiente e eficaz, de forma a que as organizações possam obter ganhos de produtividade e, sobretudo, de competitividade.

Referências: http://www.prd.usp.br/redecoop/TI_estrat_BAH_FJBL_format.PDF

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Robótica Educacional

Robótica Educacional é a maneira de educar através de ambientes práticos de aprendizagem, apresentando como principais características uma aprendizagem dinâmica e divertida. É constituída por materiais de sucata ou kits de montagem compostos por variadas peças, como motores e sensores controláveis por dispositivos programáveis. Este trabalho aborda a Robótica Educacional utilizando o kit Lego Mindstorms NXT [Lego]. Vários trabalhos foram realizados utilizando este kit. Mesmo havendo vários exemplos bem sucedidos da sua utilização, o kit ainda é pouco utilizado no âmbito educacional.
       Tendo em vista as dificuldades do Sistema Educacional de proporcionar uma educação dinâmica, prática e divertida, a Robótica Educacional se propõe a colaborar de forma significativa, tendo em vista que suas aplicações se estendem a várias áreas do conhecimento.


Exemplo da aplicação da Robótica Educacional - Aprendendo Matemática com Robótica
Uma aplicação da Robótica Educacional se deu  em um projeto denominado Amora, que teve como objetivo praticar e fixar o conteúdo de assuntos abordados em sala de aula, principalmente em disciplinas como Matemática e Física em crianças de 5a e 6a séries do Ensino Fundamental. O kit Lego Mindstorms acabou despertando o interesse dos alunos para a aprendizagem, conforme apresentado na Figura 2. Foram trabalhadas áreas como manipulação e construção de mecanismos por meio de peças de Lego, engrenagens, polias, eixos, etc..

Vários conceitos de Aritmética e Geometria foram explorados. Dentre os
principais podemos citar: frações, números positivos e negativos, razão, multiplicação e números inteiros e racionais. É importante mencionar que também foram trabalhadas noções de Lógica de Programação conforme a faixa etária das séries citadas.  Chegou-se à conclusão que a Robótica é uma área que pode ser utilizada para fazer com que o educando tenha interesse pela aula e conseqüentemente pode auxiliá-lo
a aprender de forma dinâmica e criativa. Ficou claro que é preciso primeiramente proporcionar um ambiente de aprendizagem para que o aluno tenha a oportunidade de interagir e nele aprender, enfim, conseguindo quebrar as barreiras que existem contra a Matemática, encarando-a como algo cotidiano.

Exemplo da UFAM
Recentemente iniciou-se um trabalho na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Departamento de Ciência da Computação (DCC), com a criação do Laboratório de Robótica Educativa do Amazonas [LaboREAM], que tem como objetivo difundir a prática da Robótica Educacional no Amazonas. O laboratório ainda está em fase de montagem, entretanto alguns trabalhos já foram realizados e outros estão em andamento orientados por Netto.

Conclusão
É necessário proporcionar um ambiente educacional favorável, para que depois o aluno possa nele interagir e aprender. É justamente esse ambiente favorável que se pretende estabelecer através da criação dessa Bateria de Testes de Robótica Educacional, para que a mesma possa ser utilizada como apoio as práticas pedagógicas.
A Robótica tem demonstrado grande potencial educacional que não pode ser ignorado. Percebeu-se que o uso de kits, como o kit Lego Mindstorms NXT, transforma a aprendizagem das disciplinas curriculares em algo divertido de fazer. Além de possibilitar a aquisição de conceitos de Tecnologia e Ciência tanto para crianças como para jovens. A manipulação desta ferramenta tem demonstrado um grande potencial educacional que precisa ser divulgado e praticado em meio aos jovens em idade escolar, quer sejam do período fundamental, médio ou até mesmo no meio acadêmico.


Autor: André Alves Nogueira

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jogos Educacionais Multiusuários

Quando se fala em jogos para computador ou celular, logo vêm à mente aqueles que envolvem ação, violência, estratégia e velocidade, gerando certa carência de jogos educativos no mercado. Ao se refletir sobre a utilidade e aplicação dos jogos existentes, observa-se que os mesmos pouco acrescentam no que diz respeito à associação de conhecimentos formais de sala de aula, ainda que privilegiem o entretenimento e a diversão do usuário e sirvam para desenvolver o raciocínio rápido, a imaginação, o reflexo e a coordenação motora de quem os utilizam.


Em contrapartida, Jogos Educacionais são atividades lúdicas que possuem objetivos pedagógicos especializados para o desenvolvimento do raciocínio, das demais capacidades cognitivas e do aprendizado do jovem. Além de gerar entretenimento, apresentam novos conhecimentos ou reforçam aqueles já descobertos. Muitos destes jogos permitem a interação entre diferentes usuários e são chamados Jogos Multiusuários, sendo um de seus principais atrativos é que é muito mais excitante disputar um jogo com outra pessoa do que sozinho.

A busca por novos jogos vem aumentando a cada dia que passa. Tendo em vista que o mercado está em ampla expansão e contando com milhões de consumidores, o desenvolvimento de jogos é um grande negócio.

Sabendo que o aprender será o foco principal das pessoas, organizações e nações nestes próximos anos, é cada vez mais imperativo criar ambientes adequados para a aprendizagem dos indivíduos nas sociedades.

O principal desafio é, portanto, criar um ambiente com espaços ativos e dinâmicos, onde o conhecimento é aliado a idéias interconectadas, interdependentes e intercambiáveis, que perpassam os domínios das múltiplas inteligências, tornando o aluno um ser privilegiado, que imagina cria e interage.

É neste contexto que surge o projeto de Desenvolvimento de um Jogo Educacional Multiusuário usando Bluetooth e que no momento encontra-se em andamento.


Autora: Natasha Malveira da Silva Costa


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Tecnologia Raid

RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. Trata-se de uma tecnologia que combina vários discos rígidos (HD) para formar uma única unidade lógica, onde os mesmos dados são armazenados em todos (redundância). Em outras palavras, é um conjunto de HDs que funcionam como se fossem um só. Isso permite ter uma tolerância alta contra falhas, pois se um disco tiver problemas, os demais continuam funcionando, disponibilizando os dados. Para que o RAID seja formado, é preciso utilizar pelo menos 2 HDs. O sistema operacional, neste caso, enxergará os discos como uma unidade lógica única. Quando há gravação de dados, os mesmos se repartem entre os discos do RAID (dependendo do nível).

Os níveis de RAID
A tecnologia RAID funciona de várias maneiras. Tais maneiras são conhecidas como "níveis de RAID". No total, existem 6 níveis básicos, os quais são mostrados a seguir:
RAID nível 0 - Este nível também é conhecido como "Striping" ou "Fracionamento". Nele, os dados são divididos em pequenos segmentos e distribuídos entre os discos. Este nível não oferece tolerância a falhas, pois não existe redundância. Isso significa que uma falha em qualquer um dos HDs pode ocasionar perda de informações. Por essa razão, o RAID 0 é usado para melhorar a performance do computador, uma vez que a distribuição dos dados entre os discos proporciona grande velocidade na gravação e leitura de informações.
RAID nível 1 - também conhecido como "Mirroring" ou "Espelhamento", o RAID 1 funciona adicionando HDs paralelos aos HDs principais existentes no computador. Assim, se por exemplo, um computador possui 2 discos, pode-se aplicar mais um HD para cada um, totalizando 4. Os discos que foram adicionados, trabalham como uma cópia do primeiro. Assim, se o disco principal recebe dados, o disco adicionado também os recebe. Daí o nome de "espelhamento", pois um HD passa a ser uma cópia praticamente idêntica do outro.
RAID nível 2 - este tipo de RAID, adapta o mecanismo de detecção de falhas em discos rígidos para funcionar em memória. Assim, todos os discos da matriz ficam sendo "monitorados" pelo mecanismo. Atualmente, o RAID 2 é pouco usado, uma vez que praticamente todos os discos rígidos novos saem de fábrica com mecanismos de detecção de falhas implantados.
RAID nível 3 - neste nível, os dados são divididos entre os discos da matriz, exceto um, que armazena informações de paridade. Assim, todos os bytes dos dados tem sua paridade (acréscimo de 1 bit, que permite identificar erros) armazenada em um disco específico. Através da verificação desta informação, é possível assegurar a integridade dos dados, em casos de recuperação. Por isso e por permitir o uso de dados divididos entre vários discos, o RAID 3 consegue oferecer altas taxas de transferência e confiabilidade das informações. Para usar o RAID 3, pelo menos 3 discos são necessários.
RAID nível 4 - este tipo de RAID, basicamente, divide os dados entre os discos, sendo que um é exclusivo para paridade. A diferença entre o nível 4 e o nível 3, é que em caso de falha de um dos discos, os dados podem ser reconstruídos em tempo real através da utilização da paridade calculada a partir dos outros discos, sendo que cada um pode ser acessado de forma independente. O RAID 4 é indicado para o armazenamento de arquivos grandes, onde é necessário assegurar a integridade das informações. Isso porque, neste nível, cada operação de gravação requer um novo cálculo de paridade, dando maior confiabilidade ao armazenamento (apesar de isso tornae as gravações de dados mais lentas).
RAID nível 5 - este é muito semelhante ao nível 4, exceto o fato de que a paridade não fica destinada a um único disco, mas a toda a matriz. Isso faz com que a gravação de dados seja mais rápida, pois não é necessário acessar um disco de paridade em cada gravação. Apesar disso, como a paridade é distribuída entre os discos, o nível 5 tende a ter um pouco menos de performance que o RAID 4. O RAID 5 é o nível mais utilizado e que oferece resultados satisfatórios em aplicações não muito pesadas. Este nível precisa de pelo menos 3 discos para funcionar.
RAID 0 + 1 - O RAID 0 + 1 é uma combinação dos níveis 0 (Striping) e 1 (Mirroring), onde os dados são divididos entre os discos para melhorar o rendimento, mas também utilizam outros discos para duplicar as informações. Assim, é possível utilizar o bom rendimento do nível 0 com a redundância do nível 1. No entanto, é necessário pelo menos 4 discos para montar um RAID desse tipo. Tais características fazem do RAID 0 + 1 o mais rápido e seguro, porém o mais caro de ser implantado.

Tipos de RAID
Sistema RAIDExistem 2 tipos de RAID, sendo um baseado em hardware e o outro baseado em software. Cada uma possui vantagens e desvantagens. O primeiro tipo é o mais utilizado, pois não depende de sistema operacional (pois estes enxergam o RAID como um único disco grande) e são bastante rápidos, o que possibilita explorar integralmente seus recursos. Sua principal desvantagem é ser um tipo caro inicialmente. A foto ao lado mostra um poderoso sistema RAID baseado em hardware. Repare que na base da direita estão armazenados vários discos:
O RAID baseado em hardware, utiliza dispositivos denominados "controladores RAID", que podem ser, inclusive, conectados em slots PCI da placa-mãe do computador. Já o RAID baseado em software não é muito utilizado, pois apesar de ser menos custoso, é mais lento, possui mais dificuldades de configuração e depende do sistema operacional para ter um desempenho satisfatório. Este tipo ainda fica dependente do poder de processamento do computador em que é utilizado.

Finalizando
A tecnologia RAID é um dos principais conceitos quando o assunto é armazenamento de dados. Sua eficiência é comprovada por se tratar de uma tecnologia em uso há vários anos e que mesmo assim "não sai de moda". Grandes empresas, como a Intel, oferecem soluções de RAID, e essa tecnologia é possível de ser encontrada até mesmo em computadores domésticos. É muito provável que o RAID ainda venha a apresentar novos meios de funcionalidades, ampliando seu uso para os mais diversos tipos de necessidade de armazenamento e acesso à dados.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

No mundo atual, informação vale mais do que ouro.

O bom desempenho de uma empresa ou instituição depende, hoje, essencialmente do fluxo adequado de informações. Em todos os níveis – do operacional ao gerencial –, o acesso aos dados corretos, no momento oportuno, é decisivo para que a organização atinja seus objetivos. Com os avanços tecnológicos acontecendo praticamente a cada momento, pode-se imaginar a importância, neste contexto, dos profissionais de Sistemas de Informação (SI). São eles, afinal, que criam e implantam os programas computacionais que deverão suprir essa necessidade.
Sólida base conceitual em computação, administração e tecnologia da informação são atributos essenciais para conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho. Flexibilidade para entender as diferentes áreas do conhecimento e capacidade de aprendizado contínuo também são essenciais.
Oportunidades existem tanto na iniciativa privada como no setor público. Prestação de serviço nas áreas de e-commerce, bancos de dados e intranet são campos em expansão. As melhores chances estão nos grandes centros urbanos, principalmente nas capitais e nas regiões onde o desenvolvimento econômico é maior. Como a informática está presente em todos os setores da economia, novas oportunidades surgem a todo o momento para os profissionais de SI.
O bacharel em Sistemas de Informação é um profissional de informática com enfoque na área administrativa. Precisa estar apto a desenvolver e a implantar sistemas e redes de computadores que viabilizem a distribuição programada de dados. Por isso, seu maior desafio é justamente a aplicação correta das tecnologias de informação nas atividades da organização.
Para obter sucesso na área, é desejável que o candidato tenhhttp://www.vunesp.com.br/guia2007/sistinfor.htmla raciocínio lógico e uma boa dose de iniciativa. Como o desenvolvimento de programas é um trabalho que requer concentração e capacidade permanente de aprendizagem, a predisposição de estar sempre pronto a mudanças é fundamental. Quem tem esse perfil enfrenta com destemor os constantes desafios da profissão.
O curso de Sistemas de Informação da FC/Bauru foi o primeiro a ser criado no Brasil, em 1997. O incentivo ao espírito empreendedor é uma de suas características. Os alunos são habilitados a trabalhar com o que há de mais moderno em tecnologia da informação.

Referência: http://www.vunesp.com.br/guia2007/sistinfor.html

Evolução histórica

O Século XX é considerado aquele do advento da Era da Informação. A partir de então, a informação começou a fluir com velocidade maior que a dos corpos físicos. Desde a invenção do telégrafo elétrico em 1837, passando pelos meios de comunicação de massa, e até mais recentemente, o surgimento da grande rede de comunicação de dados que é a Internet, o ser humano tem de conviver e lidar com um crescimento exponencial do volume de dados disponíveis.
O domínio da informação disponível é uma fonte de poder, uma vez que permite analisar fatores do passado, compreender o presente, e principalmente, antever o futuro. Os sistemas de informação surgiram antes mesmo da informática.
Pré-História
Antes da popularização dos computadores, os sistemas de informação nas organizações se baseavam basicamente em técnicas de arquivamento e recuperação de informações de grandes arquivos. Geralmente existia a figura do "arquivador", que era a pessoa responsável em organizar os dados, registrá-los, catalogá-los e recuperá-los quando necessário.
Esse método, apesar de simples, exigia um grande esforço para manter os dados atualizados bem como para recuperá-los. As informações em papéis também não possibilitavam a facilidade de cruzamento e análise dos dados. Por exemplo, o inventário de estoque de uma empresa não era uma tarefa trivial nessa época, pois a atualização dos dados não era uma tarefa prática e quase sempre envolvia muitas pessoas, aumentando a probabilidade de ocorrerem erros...
1940 - 1952
Nessa época os computadores eram constituídos de válvulas eletrônicas (são componentes grandes e caros), era uma técnica lenta e pouco durável. Nessa época os computadores só tinham utilidade cientifica, para poder fazer cálculos mais rápidos (algumas vezes a mais que nossa capacidade de calcular). A Mão de obra utilizada era muito grande para manter o computador funcionando, para fazer a manutenção de válvulas e fios (quilômetros), que eram trocados e ligados todos manualmente. Essas máquinas ocupavam áreas grandes, como salas ou galpões. A programação era feita diretamente, na linguagem de maquina. A forma de colocar novos dados era por papel perfurado.
1952 - 1964
E destacado pela origem dos Transistores, e uma grande diminuição de cabos e fios, e diminuição de tamanho das maquinas e com isso fazendo que ela execute mais cálculos que a geração anterior. O começo da comercialização dos computadores foi marcado, eram vendidos para as grandes empresas.
E foi utilizado a técnica de integração que era uma pequena cápsula continha vários transistores chegavam ate milhares e num espaço menor que a unha. E o começo do microprocessador, e a linguagem de programação que eram feitos por mnemônicos (comandos abreviados). A linguagem dominante era ASSEMBLY e nessa época os cálculos estavam na casa dos milionésimos de segundo. Surgiram formas de armazenamento cada vez maiores: as fitas e tambores magnéticos (para uso de memória).
1964 - 1971
Uma nova técnica de Circuito Integrados foi criado, o SLT (Solid Logic Technolo-gy) e uma técnica de microcircuitos. Com isso podendo fazer processos simultâneos, dando um grande salto de processamentos. Ainda tendo novas evoluções para técnica de integração SSI (integração em pequena escala), MSI (integração em média escala) As técnicas de integração evoluíram de SSI (integração em pequena escala), LSI (integração em grande escala) e VLSI (integração em muito grande escala). A linguagem utilizada na época era linguagens orientadas (linguagem universal e assemelham-se cada vez mais com linguagem humana). Esses processos chegaram a ponto de se bilionésimos de segundos.

1971 - 1981
Nessa geração surgiram os microprocessadores, e com isso a redução dos computadores (microcomputadores). E o surgimento de linguagens novas de alto-nível e nascer transmissão de dados entre computadores através de rede.
1981 - 2009
Com essa nova geração e que estamos vivendo, surgiu com VLSI. Inteligência artificial, com altíssima velocidade (com um ou mais núcleos por processadores, grande freqüência e transferência de dados entre os componentes do computador), programas com alto grau de interatividade com o usuário, grande rede mundial (Internet) e que impulsionou mais ainda a informática (grande marco), etc.
2009 - ...
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação como: técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas um esquema. Este esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado mas isso não elimina o fato que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias. Com pesquisas técnico-cientificas, surgem avanços de informação, fazendo com que o futuro seja plena para todos, com rapidez e eficácia nos processamentos. Com o surgimento de novas tecnologias em celulares, principalmente 3G, proporcionam um fluxo de informação em tempo real.

Vantagens de um Sistema de Informação
Em um Sistema, várias partes trabalham juntas visando um objetivo em comum. Em um Sistema de Informação não é diferente, porém o objetivo é um fluxo mais confiável e menos burocrático das informações. Em um Sistema de Informação bem construído, suas principais vantagens são: Otimização do fluxo de informação permitindo maior agilidade e organização; Redução de custos operacionais e administrativos e ganho de produtividade; Maior integridade e veracidade da informação; Maior estabilidade; Maior segurança de acesso à informação.
Informações de boa qualidade são essenciais para uma boa tomada de decisão.
Observações: Um Sistema de Informação não precisa ter essencialmente computadores envolvidos, basta ter várias partes trabalhando entre si para gerar informações.
Ele pode ser tanto manual quanto baseado em TI, ou uma mescla dos dois. Acontece que um Sistema de Informação grande dificilmente sobrevive atualmente sem estar informatizado, o que por si só não elimina o fator humano no processo. É a interação dos componentes da TI com o componente humano que faz com que um Sistema de Informação tenha funcionalidade e utilidade para a organização.
Classificação
Podemos ter a classificação dos Sistemas de Informação baseados em TI de acordo com o tipo de informação processada[carece de fontes?]:
• Sistemas de Informação Operacional: tratam das transações rotineiras da organização; Comumente encontrados em todas as empresas automatizadas
• Sistemas de Informação Gerencial: agrupam e sintetizam os dados das operações da organização para facilitar a tomada de decisão pelos gestores da organização;
• Sistemas de Informação Estratégicos: integram e sintetizam dados de fontes internas e externas à organização, utilizando ferramentas de análise e comparação complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula estratégica da organização.
• Sistemas de Informação Comerciais/Negociais: referem-se ao processo de coleta, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte à gestão de negócios de uma organização, tanto em relação ao comércio e colaboração com outras empresas, como ao atendimento direto com o cliente.

Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o

Profissionais de Sistema de Informação

Embora uma área ainda muito recente, já conquistou um espaço bastante relevante no mercado de trabalho. Conheça as oportunidades para este profissional:


Pare e pense: é possível imaginar o mundo contemporâneo sem computadores? Possivelmente, para você, jovem, que nasceu na era da Informática e parece estar ligado ao mundo virtual como por um "cordão umbilical", isto é quase impossível, não? Afinal, o computador serve para quase tudo. Ele se comunica, calcula, desenha, sem contar a incrível capacidade de interligar o mundo envolvido com a Internet. Ok, realmente a tecnologia faz milagres por você. É importante, porém, lembrar que são seres humanos por trás da tecnologia que trazem estes mecanismos para as suas mãos. Parte destes profissionais é ligada à área de Sistemas da Informação.

Embora seja uma profissão relativamente nova, já conquistou um espaço relevante no mercado de trabalho. Pesquisas revelam que de 50% a 75% das demandas da área de Computação estão destinas aos profissionais de Sistemas de Informação. "As empresas sentiam a necessidade de um profissional capaz de construir um sistema de informação adaptado aos seus negócios. E o profissional de SI surgiu para suprir estas carências", explica a coordenadora da graduação de Sistemas de Informação da Faculdade de Tecnologia IBTA, Lúcia Contente Mós. "Além disso, conseguem reunir os conhecimentos das demais áreas de Tecnologia da Informação, ampliando o leque de oportunidades."

Os profissionais dessa área devem ser capazes de analisar problemas e propor soluções criativas, interagindo com diferentes áreas do conhecimento e intervindo na realidade de forma empreendedora. Por isso, o analista de SI poderá atuar no desenvolvimento tecnológico dos Sistemas de Informação, na gerência de Departamento de Tecnologia da Informação ou de empresas de Informática, no ensino de computação e, ainda, como empreendedor em Informática.

Desta forma, as demandas estão concentradas nas empresas públicas, particulares e nas consultorias tecnológicas. E mais: o mundo da pesquisa e da docência vem abrindo cada vez mais espaço para os recém-formados. "Atualmente, o mercado de trabalho para estes profissionais é bastante amplo, uma vez que sistemas de computação têm sido utilizados nos mais diversos setores da sociedade", assegura a consultora da Career Center Marisa da Silva. "Hoje, os bancos e as consultorias são os que mais contratam. No entanto, a maioria dos profissionais atua com a prestação de serviço", afirma.

Uma outra vantagem desta profissão é a remuneração. Ainda que os salários variem de acordo com o cargo, empresa e projetos, eles oscilam entre R$ 2.000 e R$ 8.000. "Se comparada com as demais áreas do conhecimento, é uma remuneração bastante significativa. Isto porque é uma área mais técnica e demanda um maior comprometimento", diz a consultora.

Contudo, a área de Sistemas de Informação enfrenta o mesmo problema das demais: a tão temida concorrência. Por este motivo, o mercado de trabalho é cada vez mais exigente. "Além da graduação, a língua inglesa e as especializações em determinadas linguagens tecnológicas são essências", conta a gerente de talentos da IBM Brasil - líder na criação, desenvolvimento e manufatura de tecnologias de informação da indústria -, Luciana Farisco. Mas, para atuar em uma das mais cobiçadas empresas da área, é preciso muito mais. "O perfil pessoal também é levado em conta na hora da seleção. A boa comunicação e a facilidade de se trabalhar em equipe são apenas duas das habilidades pessoais exigidas", alerta.

As concorrências não se restringem apenas ao mercado de trabalho. Um dos grandes desafios dos estudantes é o ingresso na universidade. Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem, atualmente, 391 cursos de Sistemas de Informação no Brasil. O total de matrículas anuais é de 51.722, contrapondo-se bastante ao número de concluintes, 2.865. "Reflexos da má informação. Ao contrário do que se imagina, ele é totalmente diferente de Análise de Sistemas e Processamento de Dados. Além do mais, é um curso que exige muito estudo e abrange tanto a área técnica como a área de negócios", afirma a coordenadora.


Referência: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9843